Por que é necessário mudar as metodologias de ensino?

Produzir a apreciação regular de seus professores é um dos metas da Faculdade de Passo Fundo, que, por meio da Vice-Reitoria de Meia-tinta (VRGRAD) e do Setor de Ajuda Educativo (SAP), faz a terceira união do Curso de Apreciação Professor.

Na noite de terça-feira, 9 de janeiro, no anfiteatro da Bens de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis (Feac), foi executado um visão com o formador, consultor educativo e de tecnologia Fernando de Mello Trevisani, que falou sobre as novas metodologias de treino.

Com o assunto “Metodologias ativas: o treino centrado no principiante para o progresso da assessoria e da autarquia ”, o locutor realizou uma exercício com os integrantes, levando-os à pensamento sobre as atuais metodologias de treino e sobre as causas pelas quais é preciso modificar a maneira de explicar.

Novos costumes docentes

De acordo com Trevisani, ainda que essencial, a oscilação pode ocorrer de maneira mais agradável, em marcha ou disruptiva. “As instituições no Brasil optam por mudanças mais suaves. A metodologia ativa vem para ajudar, tirando o principiante do comportamento passivo de desenvolver entendimento e transformando-o em um principiante ligado na construção de seu próprio entendimento ”, afirmou.

Segundo o locutor – que age como formador de matemática no Ginásio Sidarta e na Bens Sesi, trabalhando similarmente no projeto Esquadra de Autores, sociedade com o Google, a Nova Academia e a Consolidação Lemann para fabricação de planos de exposição alinhados com a BNCC –, há vários técnicas que são capazes de ser usados pelos docentes em dependência de exposição, por exemplo a uso de tecnologias, treino cruzado, a partir de esboços ou complicações.

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“Essas formas de trabalho se complementam e cada uma delas será usada de acordo com o propósito do formador. Dessa forma, apresentamos um exposição maior parte dessas metodologias ativas, abordando cada uma, desvendando exemplos das costumes docentes em dependência de exposição, para que tenham ideia que realizar e de no momento em que utilizar cada uma delas”, esclareceu.

Uma nova metodologia de treino possibilita que o principiante atue como herói no seu ensino profissionalizante, uma vez que, em uma exposição expositiva, há mais capacidade de o aulista se demorar e de se despossar no conteúdo, variadamente que acontece em um princípios no qual ele tem que integrar ativamente do processamento.

“ Lista o principiante daquela percepção de recebedor do entendimento, dando a eventualidade de construi-lo de maneira exclusivo, em duplas e em categorias. A ideia da metodologia ativa não é lotar o aulista que trabalha, porém aprovar novas formas para que ele aprenda e construa o entendimento de uma forma distinto ”, finalizou.

UPF integra projeto sobre análise de estudantes da saúde

O Centro de Progresso Professor para o Treino (CDDE), originado pela Bens de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, em sociedade com outras seis instituições de treino superior em saúde do Brasil, dentre elas a Faculdade de Passo Fundo (UPF), por meio dos cursos de Medicina, Farmácia e Medicina Veterinária, começou esta semana a primeira etapa de seu projeto patrocinado pelo National Board of Medical Evaluation USA ( Sugestão Norte-Americano de Examinadores Médicos – NBME). Participam, pela UPF, os professores dos cursos de Medicina Dra. Lisia Hoppe, do curso de Farmácia Dra. Carla Beatrice Crivelaro Gonçalves e do curso de Medicina Veterinária Dr. Ricardo Zanella.

Até o dia 10 de novembro, os gestores das instituições do Sugestão Norte-Americano de Examinadores Médicos participam de uma ateliê em Ribeirão Preto, juntamente com as convidadas Brownie Anderson, do próprio NBME, e Sylvia Heeneman e Suzanne Schut, da Faculdade de Maastricht, na Holanda. A equipe trabalha no progresso do projeto de Análise do Aulista – Análise Programática, contemplado por financiamento da escola norte-americana.

Com um dos 3 esboços aprovados pelo edital da NBME, dentre as 15 promessas apresentadas por universidades de cinco países da América Latina, a asserção da Bens de Medicina de Ribeirão Preto deseja regular, por meio das instituições integrantes, “programas bem definidos de análise dos estudantes dos vários cursos, com aperfeiçoamentos claros em correlação à situação atual ”, afirmam os responsáveis. Os programas precisam servir-se os técnicas mais efetivos de análise de competências e de aptidões clínicas, além da maior alarde na análise formativa.

A Bens de Medicina de Ribeirão Preto lidera o projeto com os cursos de Medicina, Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Além dos cursos da UPF, são parceiros os cursos de Medicina da Bens de Medicina da Faculdade de São Paulo (FMUSP); Medicina, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Faculdade Federal de São Carlos (UFSCAR); Medicina da Faculdade Estadual de Campinas (Unicamp); Medicina e Enfermagem da Pontifícia Faculdade Católica de São Paulo (PUC-SP); Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Faculdade Federal de Minas Gerais (UFMG); e Medicina da Academia Bahiana de Medicina e Saúde Pública.

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